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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Podemos Prever Terremotos?


Infelizmente não, pelo menos a ponto de se emitir um alerta específico vom muita antecdência!

Editora Globo



A maioria dos tremores, no entanto, ocorrem em locais previsíveis, em conhecidas falhas geológicas, como foi o caso do super terremoto na costa japonesa.

O quão perto podemos chegar de prever terremotos?
Para lugares com histórico de alta incidência de atividade sísmica, a chance de um novo tremor num período de décadas é alto. "Temos modelos que dizem que no sul da Califórnia, nos próximos 30 anos, temos 38% de chance de ter terremotos de magnitude 7,5 ou maior", diz Thomas Jordam, diretor do Centro de Terremotos do Sul da Califórnia. Se o mesmo modelo for usado para calcular a chance do um tremor na mesma região na próxima semana, as chances ficam em 0,02%, de acordo com o pesquisador.

Por que grandes terremotos são tão difíceis de prever?
Previsões confiáveis requerem precursores – algum tipo de sinal na Terra que indique que ele está vindo. No entanto, até o momento, os sismólogos falharam em encontrar esses precursores – se é que eles existirem de fato.

Quais tipos de sinais os sismólogo consideram para prever os grandes terremotos?
Uma larga gama de sinais em potencial são estudados. Os principais são: aumento na concentração de gás radônio (extremamente venenoso), mudanças na atividade eletromagnética, pequenos tremores, deformação na superfície da Terra, mudanças geoquímicas na água subterrânea e até comportamento animal atípico momentos antes do tremor principal.

Alguma dessas medidas já funcionou?
Todas as evidências citadas podem se comportar de modo errático levando a um grande terremoto. Mas, infelizmente, esses fatores também ocorrem sem que nenhum terremoto aconteça depois. "Quando você coloca rigor estatístico neles [nos fatores de risco], não sobra nada", diz Susan Hough, geóloga do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

Quais abordagens podem levar a previsões mais bem sucedidas no futuro?
Muitos pesquisadores continuam a olhar para mudanças eletromagnéticas que precedem os tremores principais. Essa linha é apoiada pelo trabalho de Friedemann Freund no Centro de Pesquisa Ames da NASA. Ele mostrou que a compressão de uma rocha pode levar à formação de cargas elétricas positivas na terra que podem levar aos sinais eletromagnéticos incomuns que precedem um terremoto.

Quais são as chances de outro grande terremoto no Japão depois do atual tremor?
Cerca de 200 tremores secundários com intensidade de 5 ou mais ocorreram nos três dias que seguiram o grande terremoto do dia 11 de março, de acordo com a Agência de Meteorologia do Japão. A probabilidade de novos tremores adicionais, de intensidade 5 ou maior, até dia 17 de março é de 40%, segundo a mesma Agência.


Fonte: Revista Galileu

domingo, 7 de junho de 2015

Neymar Jr Sonegando?

Capa edição 887 (Foto: época )
Ricardo Teixeira é um craque. Ele foi presidente da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, por 23 anos, entre 1989 e 2012. Nos últimos quatro anos como cartola, acumulou ainda o cargo de presidente do Comitê Organizador Local da Copa. Nesse mesmo período, Teixeira movimentou em suas contas R$ 464,56 milhões, como ÉPOCA revelou no dia 1º. Quase meio bilhão de reais. É uma bolada digna de um grande time de futebol – o Flamengo, por exemplo, faturou R$ 347 milhões em 2014. A fortuna movimentada por Ricardo Teixeira foi rastreada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf. A descoberta do Coaf foi incluída num inquérito da Polícia Federal do Rio de Janeiro. Em janeiro, nesse inquérito, a PF indiciou Teixeira por lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsidade ideológica e falsificação de documento público, conforme revelou a reportagem do site de ÉPOCA. Os investigadores convenceram-se de que ele cometera esses crimes numa operação de compra de um apartamento. Teixeira pagou R$ 720 mil pelo imóvel – mas o preço real era de R$ 2 milhões.

MISSIVA Trechos da carta (abaixo) que implica o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira (acima) com duas empresas. Laço com o  ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)



Agora, um documento obtido por ÉPOCA mostra uma nova linha de investigação. Trata-se de uma carta que aponta Teixeira como sócio oculto de duas empresas, em parceria com um personagem notório do mundo da bola: Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona. É a primeira vez que aparecem evidências de um laço societário entre Teixeira e Rosell. Trata-se de um evidente conflito de interesses. Teixeira chegou a presidir a CBF enquanto Rosell era o dirigente da Nike que cuidava do contrato com a entidade. O empresário Cláudio Honigman, parceiro de Teixeira e Rosell, completa o trio. Rosell e Honigman também foram indiciados pela Polícia Federal em janeiro, no caso do apartamento e outras operações.

Os três, segundo a PF, atuavam em conjunto. A carta, apreendida em 2011 pela Polícia Civil do Distrito Federal, foi encontrada no computador de Vanessa Precht, sócia de Rosell. O documento integrou uma investigação no Distrito Federal por causa de um jogo da Seleção Brasileira em Brasília. Em 2008, o governo local contratou uma empresa que tinha Rosell como sócio para promover o evento. A PF do Rio pediu aos colegas que compartilhassem as informações. O material foi parar no inquérito que indiciou Teixeira, Rosell e Honigman no começo do ano.
Trechos da carta que implica o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira (acima) com duas empresas. Laço com o  ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell (Foto: reprodução)

A carta não tem data ou assinatura. O destinatário é Sandro Rosell. Os investigadores sabem que o remetente é um especialista do mercado financeiro. Ele participou das negociações que menciona e diz que tomou um tombo da turma de Teixeira, Rosell e Honigman. O documento detalha a compra de uma corretora chamada Alpes, em 2008, por algo entre R$ 22 milhões e R$ 25 milhões. Foi uma operação para esquentar o dinheiro da turma, segundo a PF. Na compra da Alpes, segundo o ex-sócio da turma, Teixeira, Rosell e outros dois parceiros ficariam responsáveis por 32% da corretora. Tudo às escondidas, de modo que ninguém soubesse da parceria entre Teixeira, que presidia a CBF, e Rosell, que foi o dirigente da Nike responsável pelo contrato da marca com a CBF. De acordo com o documento, Cláudio Honigman, que atualmente está foragido, brigou e rompeu com o resto do grupo. O autor da carta relata então que Sandro Rosell foi pessoalmente à casa de Teixeira informar sobre a intenção de tirar Honigman do negócio. O denunciante narra que Teixeira recebeu a parte que lhe cabia. Conta que teve de pagar a entrada de um imóvel que o grupo comprou em um shopping do Leblon e o descreve: o valor (R$ 646 mil), o tamanho do escritório (506 metros quadrados), a quantidade de salas (três) e o andar (4º).

A turma não pagou ao investidor o dinheiro que lhe devia. Por isso, o autor ameaçou entregar o verdadeiro dono do negócio: Ricardo Teixeira. Escreve o denunciante, atropelando o bom português e a pontuação: “Me liga o Cláudio novamente me pedindo em nome do Sandro Rosell, para eu assinar pois se não o Inácio iria botar na Justiça. E envolveria o nome do Ricardo Teixeira, através da mulher dele, dona da empresa que ele tinha colocado para ser sócio no percentual do Ricardo, na empresa dona das salas justamente para não aparecer o nome do Ricardo Teixeira”. Uma reportagem da Folha de S.Paulo, de 2013, mostra que uma das empresas de Rosell pagou R$ 2,8 milhões a uma empresa da então mulher de Ricardo Teixeira, Ana Carolina Rodrigues, justamente na venda de salas comerciais no Shopping Leblon, em 2011. Em outras palavras, as informações narradas na carta são corroboradas por documentos comerciais e bancários.


Fonte: Revista Época

sábado, 6 de junho de 2015

Quinze Anos Depois

Após quinze anos, o ladrão volta à cena do crime!!!




Um americano que cumpriu pena de prisão pelo assalto a uma loja de sapatos voltou a ser preso, 15 anos depois, por assaltar a mesma loja, no estado de Nova Jersey.

Christopher Miller, de 41 anos e morador de Bridgeton, foi sentenciado na sexta-feira (4) a 16 anos de prisão. Ele confessou o crime.

Christopher Miller (Foto: Ocean County Jail/Reprodução)


As autoridades afirmaram que o roubo, em março de 2014, na cidade de Toms River, ocorreu um dia após Miller ter sido solto da cadeia, onde cumpriu pena de 15 anos de prisão pelo primeiro roubo.

A polícia afirma que Miller pegou US$ 389 que estavam no caixa e fugiu a pé, levando também os telefones celulares dos empregados.

O atendente assaltado era o mesmo que estava atrás do balção no primeiro assalto, em 1999.

Ele havia sido informado pelas autoridades sobre a soltura de Miller, e isso permitiu que ele o identificasse à polícia.


Fonte: G1

Coisas Achadas em Alimentos Enlatados

É Muito mais fácil comprar um molho de tomate pronto, né?

Mas é perigoso....



Nojento demais, não é?

Tem mais alguns casos!!!!

Aparentemente o processo de produção não é perfeito e pequenos animais e insetos podem ser triturados juntos com os tomates. Mas, aqui no Brasil, a coisa foi…diferente:


Neste caso, algum funcionário deve ter se empolgado com a colega...

Mas você preferiria encontrar o que um casal britânico encontrou? Veja abaixo:

PAY-Lizardf-found-in-can-of-tomatoes




E aí, que tal encontrou em lagarto demoníaco dentro do seu molho? Muhammad Hussain contou que sua esposa Sanam preparava a comida para seu filho de 1 ano quando notou algo estranho dentro do molho.

Quando foram ver de perto…um lagarto! Sabe o mais interessante? Ele estava perfeitamente conservado. É pra dar uma boa ideia mesmo da quantidade de química que tem nessas coisas.


Fonte: Macaco Velho

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Acordo Nike/CBF sob Investigação

?Será que a sujeira virá à tona





O envolvimento da Nike Inc. no maior escândalo do mundo do futebol começou há 20 anos com um mergulho de cabeça num território desconhecido.

Logo depois que os Estados Unidos sediaram a Copa do Mundo, em 1994, com a empresa desesperada para colocar os pés de verdade no esporte mais popular do mundo, os altos executivos da Nike buscaram agressivamente um acordo com a Confederação Brasileira de Futebol, a CBF. A iniciativa resultou em um acordo de US$ 200 milhões, com validade de dez anos, uma cifra surpreendente que colocou a gigante do futebol Adidas AG diante de uma concorrente de peso.

Em um sinal da importância do contrato para a empresa americana, ele foi assinado por um dos fundadores da Nike, Philip Knight; o diretor-superintendente da empresa, Tom Clarke; o diretor da área de futebol, Sandy Bodecker; e o diretor de marketing esportivo para futebol, Cees van Nieuwenhuizen, de acordo com o contrato que consta nos registros de uma investigação do Congresso brasileiro realizada em 2001.

Mas entrevistas com pessoas envolvidas no setor de marketing do futebol na época do negócio indicam que a Nike entrou no país — e no alto escalão do esporte — sem muito conhecimento de como os acordos eram negociados. O resultado foram erros que no fim acabaram enredando a Nike em uma ampla investigação dos EUA sobre corrupção na Federação Internacional de Futebol, a Fifa.

O contrato da Nike diz que a empresa faria o pagamento diretamente à CBF, não a um intermediário que a representaria. O processo de 160 páginas divulgado na semana passada nos EUA, porém, alega, em uma referência velada à Nike, que US$ 30 milhões do contrato de patrocínio foram pagos em um acordo paralelo entre a empresa e um intermediário. O intermediário usou parte dos recursos para praticar suborno, segundo as acusações.

Uma pessoa a par do assunto confirmou que a empresa é a Nike.

A Nike não é citada na acusação nem nenhum dos seus executivos são acusados de praticar irregularidades. A empresa afirma que está cooperando com as autoridades. Ela se recusou a disponibilizar Clarke, Bodecker ou Knight para fazer comentários. Não foi possível localizar van Nieuwenhuizen.

A Nike não quis comentar sobre temas específicos para esta reportagem. Em uma entrevista concedida ao The Wall Street Journal em 1997, Knight sinalizou que a entrada da empresa no segmento mais alto do futebol tinha sido uma experiência de aprendizagem.

“Ficamos um pouco surpresos com a política do futebol e de como os negócios são feitos nesse mundo”, disse ele. “De certa forma, é o mais político de todos os esportes.”

A acusação mostra como a grande indústria do futebol gerou riscos consideráveis aos seus patrocinadores. Estimulada pelo negócio, a Nike hoje gera cerca de US$ 2,3 bilhões em receita graças ao futebol, cabeça a cabeça com a Adidas. No ano passado, a empresa americana patrocinou mais seleções na Copa do Mundo no Brasil do que a concorrente alemã.

Mas pessoas com quem a Nike negociou para garantir o acordo de patrocínio da seleção brasileira estão agora sendo investigadas pelas autoridades americanas, e as alegações de suborno contra altas autoridades da Fifa lançaram uma sombra sobre a marca da empresa.

Steve Miller, que passou boa parte dos anos 90 trabalhando no departamento de marketing esportivo da Nike, diz que a companhia entrou “totalmente às cegas” na região, onde ela tinha poucas pessoas trabalhando localmente.

“O Brasil era um lugar onde não estávamos seriamente engajados, não tínhamos um diretor para o Brasil”, diz Miller.

A Nike parecia estar fora da corrida do futebol em meados dos anos 90 e descobrir uma forma de voltar a ela era uma prioridade, segundo entrevistas com executivos que trabalham ou trabalhavam na indústria de marketing esportivo na época. A companhia pôs o Brasil na mira e quando a Nike conseguiu o patrocínio da seleção brasileira, a comunidade de marketing do futebol ressaltou a disposição da empresa de gastar o que fosse preciso.

Doug Logan, que foi o comissário da liga principal de futebol dos EUA (a MLS) de 1995 a 1999, diz que o negócio alterou as expectativas. “Significava que nossos fornecedores de materiais e roupas teriam que elevar suas apostas”, diz ele.

Peter Moore, que já trabalhou na Nike e foi diretor-presidente da Adidas America entre 1994 e 1998, diz que o acordo com a seleção brasileira foi o momento em que a Adidas começou a levar a Nike a sério no futebol, o esporte principal da empresa alemã.

Mas houve uma consequência indesejada. Para garantir o acordo com o Brasil, a Nike teve que renegociar com um intermediário, a Traffic Sports, que era a agência de marketing da CBF. O dono da Traffic Sports, José Hawilla, que aparece como um dos signatários do contrato, admitiu crimes como lavagem de dinheiro, fraude e extorsão ligados à investigação sobre o futebol nos EUA. Entre as informações que acompanham sua declaração de culpa está uma descrição dissimulada do acordo com a Nike.

Quem negociava com a Nike em nome da CBF era o presidente da entidade na época, Ricardo Teixeira, que também aparece como signatário do contrato. Ele não foi citado nas acusações dos promotores dos EUA contra a Fifa, que se refere ao negociador da federação brasileira como conspirador #11.

O paradeiro de Ricardo Teixeira não é conhecido.

O processo contra a FIFA nos EUA aborda os esforços da Nike para conquistar o contrato no Brasil com certo detalhe, embora não mencione o nome da empresa, referindo-se apenas a uma “Empresa de Artigos Esportivos A”, descrevendo-a como uma multinacional com sede nos EUA. Informação apresentada por Hawilla como parte do processo contra ele acrescentou mais pormenores. A empresa em questão é a Nike, diz uma pessoa a par do assunto.

De acordo com os documentos, um funcionário da federação, Hawilla, da Traffic Brazil, e quatro representantes da empresa se reuniram em Nova York para assinar um acordo de patrocínio de 44 páginas que exigia que a empresa pagasse US$ 160 milhões ao longo de 10 anos.

“A Nike não será solicitada a pagar qualquer remuneração à Traffic, de acordo com este contrato”, diz o documento, segundo a transcrição da investigação feita pelo Congresso. “A CBF será responsável por todos os pagamentos à Traffic, de acordo com este contrato.”

De acordo com o processo nos EUA, no entanto, havia outros termos financeiros que não foram refletidos naquele acordo: a Companhia de Artigos Desportivos A concordou em pagar a uma afiliada da Traffic por meio de uma conta bancária na Suíça um adicional de US$ 40 milhões em compensação. Três dias depois que o contrato principal foi assinado, um representante da empresa assinou um acordo de uma página com a Traffic que dizia que a CBF havia autorizado a Traffic a cobrar a empresa diretamente. A Traffic apresentou à empresa faturas totalizando US$ 30 milhões ao longo dos três anos seguintes, algumas dos quais a Traffic pagou como subornos e propinas, alega o processo nos EUA.

Miller, que deixou a Nike por volta do ano 2000, diz que não tinha nenhuma razão para acreditar que a Nike tenha feito nada de ilegal em seu acordo no Brasil.

E, apesar da situação atual, o acordo de patrocínio rendeu frutos para a Nike.

A empresa patrocinava cinco seleções no momento em que o acordo com o Brasil foi anunciado, segundo uma reportagem na época. Na última Copa do Mundo, a Nike patrocinava dez equipes e a Adidas, nove.

Sonny Vaccaro, um proeminente executivo de marketing esportivo que trabalhou tanto para a Nike quanto para a Adidas, disse que o acordo brasileiro foi um divisor de águas. “Essa foi a última vez que a Adidas foi dona do mundo”, diz ele.



Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Propagandas Bizarras

Vejam estas propagandas, que hoje seriam impensáveis!!!!



1 — Racismo: “Por que a sua mamãe não te lava com o Sabão Fairy?”

2 — É celofane para toda obra: “Boas coisas são duplamente boas em celofane”

3 — “A inocência é mais sexy do que você pensa”. Sério?

4 — “O tônico que deixa crianças e adultos tão gordos quanto porcos”. Quem quer isso?

5 — Ele entrava pela chaminé porque já estava acostumado com a fumaça

6 — Pode ser apenas uma propaganda de corante, mas que essa menina tem cara de psicopata, tem!

7 — “Não se preocupe querida. Você não queimou a cerveja”

8 — Essa criança adora pão com geleia e matar pessoas

9 — “Mesmo que você não possa usar é divertido ter”

10 — Se você precisava de um motivo para virar vegetariano, está aí!

11 — “Comece cedo. Faça a sua barba”

 12 — “Totalmente seguro. Descarga acidental impossível”

 13 — “Sopre na cara dela e ela vai te seguir para qualquer lugar”. Para te bater, só se for!

14 — Cocaína para dor de dente

15 — Juro que nunca mais como feijão!


Fonte: Megacurioso / Business Insider

terça-feira, 2 de junho de 2015

Verdades e Mitos Sobre a Coluna Vertebral

Será que tudo que ouvimos sobre a coluna vertebral é verdade?

Vejam este artigo do Dr. Fabrício Ueno baseado em artigo do Jornal de Empresas & Negócios



Cruzar as pernas prejudica a coluna? Fumantes sofrem mais de dores nas costas? Praticar natação melhora a escoliose? Dormir no chão ajuda a colocar a coluna no lugar? Composta por ossos que são chamados vértebras, a coluna vertebral é considerada uma das mais importantes regiões do corpo humano. Muito flexível, esta parte de nosso corpo é responsável pela sustentação da cabeça, fixação das costelas e os músculos do dorso, além de suas curvaturas serem responsáveis pela força e equilíbrio.
A coluna vertebral (ráquis) é constituída pela superposição de uma série de ossos isolados denominados vértebras. Superiormente, se articula com o osso occipital (crânio); inferiormente, articula-se com o osso do quadril (Ilíaco). A coluna vertebral é dividida em quatro regiões: Cervical, Torácica, Lombar e Sacro-Coccígea. São 7 vértebras cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e cerca de 4 coccígeas. O sacro e o cóccix não se movimentam e as vértebras restantes (cervicais, lombares e torácicas) são móveis.
Problemas como escoliose, artrose, hérnia de disco, entre outros, afetam grande parte da população. Assim, muitos mitos são criados quando o assunto é coluna vertebral. O médico Pedro Augusto Deja Teixeira, neurocirurgião, especialista em cirurgia da coluna vertebral e diretor clínico do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral, revela alguns mitos e verdades sobre o tema.
1. Praticar natação ajuda a corrigir escoliose?
Mito - A natação, por ser uma atividade simétrica, não pode colaborar na correção da curva escoliótica. Este exercício, além de trabalhar o fortalecimento muscular, promove o alongamento de forma equilibrada utilizando os dois lados com a mesma intensidade. Ao contrário do tratamento, que muitas vezes visa corrigir a escoliose com distribuições diferentes em cada lado da coluna, para equilibrar a cadeia cinética posterior. Além disso, algumas modalidades da natação, como borboleta e nado peito, podem prejudicar a coluna, gerando sobrecarga excessiva sobre a região.
2. Cruzar as pernas pode prejudicar a coluna?
Verdade -  Claro que o hábito de cruzar as pernas, para as mulheres, é uma posição confortável, além de elegante, porém, é preciso ficar atento para não abusar deste hábito e prejudicar a saúde. Ao cruzar as pernas, a coluna vertebral se desvia para a esquerda ou para a direita, devido o desequilíbrio da região pélvica. Outro problema que pode ser ocasionado por este costume, além de prejudicar o fluxo sanguíneo, é a escoliose (desvio da coluna vertebral no plano frontal).
3. Dormir no chão – ou num colchão duro – é bom para as costas?
Mito - A rigidez poderá agravar, ainda mais, a contratura muscular. Durante uma provável crise de dor nas costas, a pessoa deve repousar em seu próprio colchão, podendo deitar-se de lado, com um travesseiro entre as pernas.
4. Fumantes têm mais dores nas costas do que não fumantes?
Verdade - O cigarro, não faz bem a nenhuma parte do corpo humano, e em relação às costas, não poderia ser diferente. Os fumantes inalam mais substâncias tóxicas, sendo assim, prejudicam a circulação sanguínea no disco intervertebral, que pode causar mais dores na região.
5. Todos que sofrem de dor nas costas devem realizar uma ressonância magnética?
Mito - De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% das pessoas sofrem ou sofrerão de dor nas costas pelo menos uma vez na vida. Entretanto, o primeiro passo para combater este mal é procurar um especialista e descobrir as causas para solucionar de vez este problema.
6. Estalar o pescoço com o movimento da cabeça faz mal à coluna?
Verdade - Apesar de esse hábito propiciar alívio para alguns nunca se deve fazer isso. Estalar a coluna e o pescoço prejudica – e muito – suas articulações, além de causar, em alguns casos, dores de cabeça, zumbidos e vertigens.
7. Cirurgia é a única saída para acabar com a hérnia de disco?
Mito - Hérnias de disco representam uma causa comum de dor nas costas. Mas não é a única. Ao identificar uma hérnia de disco, o médico, ortopedista ou neurocirurgião, deve estar atento para outros problemas na coluna que podem acompanhar essa condição. Desta forma, pesa na decisão do médico a associação com outras alterações e como elas se traduzem clinicamente. Além disso, a decisão deve ser baseada mais no prejuízo que a doença traz para o paciente em termos de perda de horas de trabalho e lazer, limitações físicas para as atividades do dia-a-dia e perda na qualidade de vida e menos no resultado dos exames de imagem. Diversos tratamentos podem aliviar o problema, entretanto, é sempre recomendável procurar um especialista antes de tomar qualquer decisão.
 Fonte: Dr. Fabricio Ueno