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domingo, 24 de abril de 2016

Sabem do que seus Perfumes são Feitos?

Sabe o que tem no seu perfume?

Vômito de baleia, fezes e urina…


Conheça os componentes mais ‘nojentos’ que podem estar nas fragrâncias que você usa


Você pode até imaginar que o perfume vem das flores mas, apesar de também poder ter flores e plantas, são os seus componentes vindos das entranhas dos animais que o fazem adorá-lo.


É verdade, os mais requintados (e caros) perfumes contêm componentes extraídos de vômito de baleia ou de glândulas anais ou sexuais de certos animais - alguns que estão até em extinção.

O âmbar cinzento que compõe vários perfumes é encontrado no vômito e nas fezes das baleias.


As glândulas anais do mamífero noturno civeta (que se encontra em locais de África e Ásia) produzem uma substância utilizada em perfumes Chanel, Cartier e Lancôme, segundo se diz.


Os castores produzem uma secreção amarelada e oleosa cuja essência é utilizada em muitos perfumes, para lhes dar um toque sensual e selvagem.

O almíscar, uma substância muito comum na perfumaria, é produzido pelas glândulas sexuais dos cervos machos, um animal em risco de extinção.


O Hyraceum é extraído da matéria fecal cristalizada do hyrax, um animal pequeno encontrado na África e no Médio Oriente.


E seu perfume é feito a partir de qual substância???



domingo, 3 de abril de 2016

Comerciais para Relembrar

Para que tem menos de trinta, já ouviu falar no "Tio da Sukita", mas não sabe por quê, né?
Vejam de onde veio.



domingo, 27 de março de 2016

Interessantemente Hipnotizante

Saber como se faz algumas coisas é bem interessante, ainda mais quando o processo é hipnotizante!




domingo, 13 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Medindo as Calorias dos Alimentos

Um aparelho chamado calorímetro de água ou calorímetro bomba é utilizado para medir os valores energéticos dos alimentos. É importante saber quanta energia cada alimento fornece, porque o bom funcionamento de nosso organismo depende da energia que absorvermos dos alimentos quando os digerimos.


Esse calorímetro funciona basicamente com a combustão de uma amostra de determinado alimento que fica dentro de uma câmara com oxigênio que está mergulhada na água. À medida que o alimento queima, ele perde energia na forma de calor, aquecendo a água. Com um termômetro, mede-se a temperatura inicial e final da água e, por meio da fórmula Q = m . c. ∆t, descobre-se o calor específico (Q) do alimento. Nessa fórmula, há:

Q = calor recebido pela água e cedido pelo alimento;
m = massa da água contida no calorímetro;
c = calor específico da água (1 cal/g . ºC);
∆t = variação da temperatura da água (tfinal– tinicial).

Vale ressaltar que 1 caloria (cal) é a quantidade de calor ou de energia fornecida a 1,0 g de água que eleva a sua temperatura em 1ºC.

- 1000 cal = 1 kcal

- 1 cal = 4,18 J

Esboço de um calorímetro bomba

Os nutrientes (carboidratos (glicídios), proteínas (protídeos) e os óleos e gorduras (lipídios)) que compõem os alimentos são os responsáveis por essa liberação de energia. Assim, analisando a composição do alimento e vendo a proporção (porcentagem) em que os nutrientes aparecem, somam-se os valores energéticos de cada para obter o conteúdo calórico do alimento inteiro.

Por meio do uso de calorímetros, descobriu-se que o valor energético dos carboidratos é de aproximadamente 4,0 kcal, independentemente da fonte. O valor das proteínas é de 5,2 kcal (ou 4,0 kcal, considerando-se que há um custo maior de energia para o organismo metabolizar as proteínas em relação aos carboidratos). Já dos óleos e gorduras é de aproximadamente 9,0 kcal.

O professor pode realizar um experimento em sala de aula, ou de preferência no laboratório da escola, medindo a energia dos alimentos para mostrar essa diferença de energia liberada e como é possível determiná-la usando um calorímetro “caseiro”. Para tal, o material necessário será:

Materiais e reagentes:

- Uma embalagem cartonada vazia (caixa de leite);

- Uma tesoura;

- Termômetro de mercúrio;

- Um tubo de ensaio;

- Água destilada;

- Uma proveta;

- Alimentos diferentes, (sugerimos pão e amendoim);

- Fósforo;

- Clipe de papel;

- Pinça de madeira ou prendedor de roupa de madeira;

- Vela, lamparina a álcool ou Bico de Bunsen.

Procedimento Experimental:

1. A parte da embalagem cartonada de cima que costumamos usar para tirar o leite deve ser totalmente cortada na horizontal. Vire-a, pois essa será a parte voltada para baixo.

2. Faça um “buraco” em cima e um embaixo conforme a figura a seguir:

Parte do experimento para medir a energia dos alimentos

3. Coloque 10 mL (meça com a proveta) de água no tubo de ensaio;

4- Com o termômetro, determine a temperatura inicial da água e anote;

5- Segure o tubo de ensaio com a pinça de madeira e coloque-o no furo da parte de cima da caixa de leite;

6- Acenda a lamparina (ou vela ou, ainda, o Bico de Bunsen), pegue o pedaço de um dos alimentos com o clipe desfeito e queime-o;

7- Coloque o alimento que está queimando bem próximo do fundo do tubo de ensaio que está dentro do calorímetro caseiro construído. É importante que se queime o alimento até a sua total desintegração;

Esquema de experimento em que se está medindo a energia dos alimentos

8– Anote a temperatura final da água;

9 – Repita esse procedimento com outro alimento, como o amendoim. É importante que todos os alimentos testados tenham a mesma massa.

Resultados:

Se você realizou esse experimento com pão e amendoim, verá que a temperatura da água aumentou muito mais com a queima do amendoim do que com o pão. Isso porque o pão tem como principal constituinte os carboidratos (cerca de 76% em massa) e as proteínas (cerca de 11%) que, conforme mencionado na introdução, liberam 4 kcal/g. Já o amendoim é composto, em sua maioria, por gorduras, que liberam aproximadamente 9 kcal/g.



Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Iluminação LED - Vale a Pena?


O uso da tecnologia LED está cada vez mais presente no nosso dia a dia, sejam em aparelhos eletro eletrônicos como televisões e celulares ou em escritórios e iluminação de ruas.


Apesar de o LED ter sido criado nos anos 60, ainda é uma tecnologia muito recente no mercado, mas já está sendo considerada a iluminação do futuro.

Como começou?

Em 1962, o pesquisador Nick Holonnyak Jr. da GE, desenvolveu o primeiro LED capaz de emitir uma luz visível vermelha. LEDs verdes e amarelos não demoraram a aparecer, e a tecnologia ficou limitada a essas três cores durante décadas.


O marco na aplicabilidade dos LED só foi em 1993, quando o pesquisador japonês Shuji Nakamura inventou o primeiro LED azul de alto brilho. A importância dessa descoberta é tanta que não só invadiu os gabinetes de computador, como possibilitou a criação do LED branco.


A partir de então o LED foi amplamente utilizado na indústria automobilística, usado desde o painel às luzes de sinalização.


Mas o que é o LED e como ele funciona?

O LED – do inglês Light Emitting Diode, tradução livre quer dizer Diodo Emissor de Luz – é um diodo que quando energizado emite luz.

É composto por dois materiais, um carregado positivamente chamado de material tipo P, e outro negativamente, material tipo N. Quando a corrente elétrica passa através desses materiais, ocorrem reações e a luz é emitida.

Porque usar lâmpada de Led?

Diferentemente das outras tecnologias, o LED libera toda a energia em forma de luz. Isso garante sua eficiência luminosa e, além disso, evita o desperdício de energia elétrica gerando uma economia entre 75 e 95% no consumo energético em relação a outras tecnologias.


As Lâmpadas de LED são a melhor opção para substituição de lâmpadas comuns. Apesar de seu custo ainda ser um pouco elevado, uma lâmpada com essa tecnologia pode ser recuperado ao longo dos anos, pois se economiza com a energia elétrica e com as substituições, uma vez que uma lâmpada de LED pode durar mais de 10 anos.

É uma tecnologia promissora, pois se adapta a diferentes formatos e tamanhos e sua eficiência é muito superior a outros tipos de iluminação, pois consome menos energia.


Imagens: Google
Fonte: Luxside

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Como se Fabrica Papel Higiênico

Veja o processo para se fabricar um produto tão essencial como o papal higiênico, que você só dá valor quando falta.



Fonte: Económico TV - Portugal