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sábado, 5 de novembro de 2016

Sabe Quanto Custam Nossos Parlamentares?

Duvido que você saiba!!!
Este vídeo reproduzindo reportagem do "Bom Dia Brasil", de junho de 2013 mostra!
Vejam o custo em 2013!!! Será que aumentou? E querem tirar dinheiro da Saúde e da Educação! Comecemos por Brasília!!!!!



sábado, 15 de outubro de 2016

Remédios ou Drogas?

Vale a pena ver este vídeo!
Que tal você tomar atitudes mais saudáveis em vez de remédios e suplementos vitamínicos?

Pense nisso!!



domingo, 31 de julho de 2016

Como Abelhas Produzem o Mel

Sabemos que as abelhas visitam as flores para coletar néctar para produzir o mel. 
Mas o que elas fazem dentro da colmeia que o néctar se transforma em mel? 
O que elas fazem com o mel? 
Comem?


Amigos, sabemos que existem diferentes funções dentro de uma colmeia. As abelhas que buscam o néctar das flores para a produção de mel, são chamadas de “abelhas campeiras”. 


Mas elas não carregam baldinhos como nos desenhos animados. Na verdade, além de uma espécie de bomba de sucção, elas possuem uma região no estômago reservada para a estocagem do néctar. Em uma viagem, uma abelha campeira pode visitar milhares de flores até preencher este reservatório. É um trabalho duro!



Quando elas retornam à colmeia transferem o néctar coletado para as “abelhas engenheiras”. Essas sim são responsáveis pela produção do mel e para isso, o primeiro passo é retirar o excesso de umidade. 


As engenheiras tomam o néctar das campeiras estendendo a tromba (um parte alongada da boca) e sugando rapidamente. Ela manipula o mel dentro da boca, vai para uma parte da colmeia onde o produto será estocado. Com a cabeça erguida, por várias vezes, estica e retrai a tromba. Esse processo expõe a gota de néctar à ação do ar e provoca a sua evaporação, resultando num produto mais concentrado para só aí, ser depositado no favo.


Durante esse processo de retirada da umidade, as abelhas introduzem através da saliva enzimas como a invertase que converte o açúcar do néctar em dois outros açúcares: glicose e frutose e a glicose oxidase, que convertem glicose em ácido glicônico, o que torna o mel ácido e protege contra as bactérias que o fariam fermentar. Uma vez depositada e preenchida a respectiva célula, esse produto (que ainda não é mel) será lacrado com cera pelas abelhas e só depois de 48 horas, teremos o mel.





Este é o modo que as abelhas produzem o mel. 
Mas, lembrem que o mel é um alimento poderoso, chegando a agir como remédio em alguns casos!


Fonte: Diário de Biologia

sábado, 25 de junho de 2016

Besteirol

O que é:  (besteira+ol) sm gír Tendência cultural popular surgida nos anos 90 na música, literatura e no teatro, caracterizada por uma forma escrachada de humor, crítica social e política.

Mas, na prática é o seguinte:

Mulher envia barra de sabão feita com a própria gordura para o ex-namorado


Nós sabemos, términos de relacionamentos nem sempre são fáceis. Pior ainda quando um dos lados acaba humilhado, como foi o caso de uma chinesa, conhecida apenas como "XiaoXiao''.

A jovem contou no Weibo, Twitter chinês, todo o seu plano de vingança. Após levar um fora do namorado por estar acima do peso, ela fez uma lipoaspiração e, não satisfeita, produziu barras de sabonete com a gordura que tirou durante o procedimento.




Segundo ela, a intenção era que o ex-namorado “lavasse a boca” depois de fazer comentários tão ruins sobre a sua aparência. Além do estranho “presente”, a jovem também teria mandado algumas fotos, para ele ver a sua mudança.

O ex-namorado, que não gostou nada da brincadeira, respondeu "XiaoXiao'' também pela rede: “Por que você está fazendo com que eu pareça mau na internet? Droga, já tinha tudo acabado entre nós. Você não precisava ir a um hospital para sugar a gordura e me enojar“.

sábado, 11 de junho de 2016

Sabe detectar Mentiras e Mentirosos?

Neste artigo você vai aprender que: Uma pessoa mente de 10 a 200 vezes por dia; Pessoas inteligentes costumam mentir mais; Homens mentem 8 vezes mais; entre outras coisas. Pamela Meyer, autora de "Liespotting" (Detectando Mentiras), mostra maneiras de perceber tentativas de engano. Aprenda aqui como se proteger das mentiras no ambiente de trabalho.


Somos todos mentirosos; uns mais, outros menos.

Diariamente, as pessoas usam a mentira como um artifício para conseguir o que querem. Elas mentem para passar uma melhor impressão, para tentar provar algo e se fazer acreditar, para exercer poder sobre os outros, e também para proteger alguém (ou a si mesmo) quando a verdade é ardilosa demais. Existem, ainda, outros motivos pelos quais nós mentimos com maior frequência do que queremos assumir.


A mentira surge cedo, nos primeiros meses de vida. Bebês choram falsamente com o intuito de conseguir atenção ou alimento e, até o responsável atendê-los, dificilmente irão parar de chorar. Mentem por motivos estratégicos. Por mais desagradável que seja, faz parte da nossa natureza mentir, embora este não seja um argumento aceitável para muitas pessoas.


Existe hoje uma certa “epidemia de mentiras” que vem ganhando terreno numa sociedade em que as pessoas evitam, cada vez mais, a interação cara-a-cara. A mentira é como um lubrificante que alivia o atrito e o conflito nas relações sociais e, muitas vezes, nos impede de sofrer em um mundo de muitas verdades absolutas.


Liespotting 

Quem fala com propriedade sobre o tema “mentiras” é Pamela Meyer, autora americana famosa por ter escrito o livro Liespotting: Proven Techniques To Detect Deception, no qual ela mostra algumas técnicas de como detectar mentiras e identificar mentirosos com eficiência.


Meyer começou a se interessar por mentiras durante uma palestra da qual ela participou na Harvard Business School, há muitos anos atrás. Durante o evento, ela e mais 350 pessoas assistiram a um professor falando sobre como as pessoas se comportam enquanto estão mentindo. Meyer notou as pessoas que estavam ao seu redor e, incrivelmente, ninguém estava mexendo em seus celulares, e nenhuma pessoa se mostrava distraída. Pelo contrário, todos prestavam absoluta atenção, o que é raro hoje em dia. Quando testemunhou aquele silêncio completo, ela soube que algo transformacional estava acontecendo, e foi naquele momento que ela obteve o insight para estudar e escrever um livro sobre a natureza das mentiras.


Em entrevista para o site ACFE, ela afirmou:

“Enquanto eu decidi estudar sobre mentiras, me juntei a uma equipe de pesquisa. Nós examinamos a maioria dos estudos científicos, e descartamos as descobertas que não puderam ser comprovadas. Tornou-se evidente para mim que a mentira e o auto-engano têm sido essenciais para a literatura, psicologia, psiquiatria e psicanálise desde tempos imemoriais. Há um vasto depósito de conhecimento sobre a mentira, mas não havia sido compilado de uma forma fácil de entender. Então, eu me encarreguei de fazê-lo e, eventualmente, escrevi o livro Liespotting.”


Para escrever seu livro, Meyer realizou uma série de pesquisas na área de ciência cognitiva comportamental; analisou micro-expressões faciais e gestos corporais, e assistiu entrevistas jornalísticas e interrogatórios criminais. Ela encontrou alguns dados interessantes em seus estudos. Por exemplo:

– Uma pessoa mente de 10 a 200 vezes por dia;

– Pessoas inteligentes costumam mentir mais;

– Extrovertidos mentem mais que introvertidos;

– Homens mentem 8 vezes mais sobre si próprios do que sobre outras pessoas, enquanto mulheres mentem mais para proteger alguém;

– Pessoas estranhas umas às outras mentem cerca de 3 vezes a cada 10 minutos de conversa;

– Se uma pessoa é vista como mal caráter, alguém irá mentir para ela mais facilmente;

– Pessoas ricas e mais poderosas mentem melhor;

– Mulheres lidam pior com a mentira do que os homens;

– O tipo mais comum de mentira é a omissão;

– Adultos conseguem distinguir a verdade da mentira em apenas 54% das vezes.



Segundo Meyer, qualquer pessoa pode treinar para se tornar especialista em detectar mentiras, mesmo sendo hipócrita.

A autora diz:
“Na vida, é bom ter um ceticismo saudável para fomentar seu otimismo. Detectores de mentiras treinados costumam ser positivos em relação à natureza humana, e emergem de confiança para proteger a si mesmo e os outros de mentiras e fraudes. A nível pessoal, isso oferece vários benefícios. As pessoas treinadas em detecção de mentiras podem viver uma vida mais feliz e plena, e se tornar mais capazes de se relacionar com familiares e amigos. Você se torna mais seguro, e confia mais em seus instintos e julgamentos.”


Em Liespotting, Meyer afirma que a primeira forma de mentira é o auto-engano. No livro, ela também esclarece a diferença entre mentir para si mesmo e para os outros:

“Mentir é um ato cooperativo. Ninguém pode mentir para você sem o seu consentimento. Uma mentira não tem poder pelo seu conteúdo; seu poder reside em alguém concordando em acreditar nela. Já o auto-engano é relacionado ao ideal de perfeição. Todos nós desejamos ser melhores pessoas, mais bonitos, mais ricos, mais espertos, mais bem-sucedidos, mais altos, mais jovens, etc. Mentir para nós mesmos é uma tentativa de preencher essa lacuna, para conectar desejos e fantasias sobre quem gostaríamos de ser com quem realmente somos.”


Aí reside outra vantagem de conseguir detectar mentiras. Você se torna mais consciente do auto-engano. Até porque, é mais difícil ser enganado (e se enganar) quando se conhece os próprios pontos fracos.

Como detectar mentiras  (e mentirosos no seu ambiente de trabalho)

Para detectar um mentiroso, primeiro, Meyer orienta, deve-se observar os padrões de comportamento de uma pessoa durante um certo período de tempo, para, depois, perceber quando houver desvios de conduta.

“Observe a postura da pessoa, sua risada, como ela lida normalmente com o estresse, o que ela faz para se acalmar, etc. Em seguida, fique atento aos sinais característicos de um mentiroso comum.”

Meyer classifica esses sinais em três categorias:

1. Mentiras verbais


Segundo ela:
“As pessoas que estão excessivamente determinadas em mentir usarão uma linguagem enrustida, não descontraída. Elas usarão frases de reforço e distanciamento como ‘eu não fiz isso’ ou ‘aquele homem cometeu um crime’. Os mentirosos apimentam sua história com detalhes inadequados e desnecessários para tentar provar que estão dizendo a verdade. Eles vão olhar nos seus olhos constantemente a fim de parecerem honestos, quando, na realidade, a maioria das pessoas dizendo a verdade olha nos seus olhos durante 60% do tempo.” 

2. Mentiras não-verbais


De acordo com Meyer:
“Mentirosos não ensaiam os seus gestos, apenas as suas palavras. A carga cognitiva já é enorme, por isso, quando contam a sua história, os mentirosos congelam a parte superior do corpo, olham para baixo, diminuem o tom da voz, reduzem a respiração. E eles vão exibir um momento reconhecível de alívio quando a entrevista (ou conversa) acabar.”

3. Histórias contadas em ordem cronológica perfeita


Meyer orienta:
“Peça a eles para contar sua história de trás para frente. Os mentirosos não podem fazer isso. Pessoas honestas lembram de histórias em ordem de importância emocional. Mentirosos tendem a inventar histórias que podem ser contadas em um determinado período de tempo, e eles vão vacilar quando solicitados a contá-las de forma diferente.”

Essas pistas comportamentais fornecidas por Meyer são apenas peças de um complexo quebra-cabeça. Em Liespotting, a autora fornece 5 passos para se chegar a verdade; ensina frases e perguntas para serem ditas, e explica melhor como encontrar lacunas na história de alguém.


Créditos: Ana Colombia - LinkeIn

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Radar Inteligente

Multas e fiscalização automáticas!
Você sabia que estes radares já estão em operação?




Fonte: Globo Auto Esporte

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Olhos Azuis vêm de Onde?

Todas as pessoas com olhos azuis descendem de um único ser humano


Estudo afirma que a transição do pigmento castanho para o azul ocorreu devido a uma mutação genética em um indivíduo que viveu na região do mar Negro há cerca de 7000 anos.



As pessoas que compõem o seleto grupo de seres humanos que possuem olhos azuis podem começar a se identificar ainda mais entre si – uma pesquisa feita com DNA mitocondrial revelou que todas elas possuem um certo grau de parentesco, mesmo que muito distante.


A conclusão surgiu de um extenso levantamento realizado pelo geneticista dinamarquês Hans Eiberg, no qual percorreu países como Turquia, Jordânia e Dinamarca estudando os genes de pessoas com olho azul. Ele descobriu que uma única mutação genética deu origem à pigmentação, e ainda foi capaz de localizar o evento no espaço e no tempo.


De acordo com o estudo, o primeiro ser humano da história a adquirir esta coloração específica na íris viveu próximo ao mar Negro, por volta de sete milênios atrás, e foi passando a característica adquirida de geração em geração. Talvez isto explique a grande concentração de olhos azuis na Europa e, em especial, no leste europeu. “Uma mutação genética afetando o gene OCA2 em nossos cromossomos resultou na criação de um ‘interruptor’, que literalmente ‘desligou’ a habilidade de produzir olhos castanhos”, explica o pesquisador.


O gene controla nossa produção de melanina, pigmento que regula cores como as da pele, dos cabelos e dos olhos de mamíferos. O “interruptor” não bloqueou por completo a criação de melanina (o que levaria ao albinismo), limitando sua presença a pequenas quantidades e dando origem aos olhos azuis. Já as variações em indivíduos com olhos verdes ou avelã ocorreram de forma mais aleatória, o que impossibilita rastrear uma ocorrência única.

Resultado de imagem para genes olhos azuis

Não existe nenhuma evidência que sugira qualquer relação entre a coloração da íris e a saúde de alguém ou sua capacidade de sobrevivência. Originalmente, antes da mutação no gene OCA2, a humanidade toda tinha olhos castanhos. Qual não deve ter sido a surpresa de nossos ancestrais ao admirar, pela primeira vez, a beleza de um olhar azul.



Fonte:Revista Galileu
Fotos: Google